Sobre a plataforma
O que é o be·aside?
Uma plataforma de raciocínio clínico para médicos que cuidam de pacientes críticos em UTI, emergência e enfermaria: guias organizados como módulos de raciocínio — do mecanismo fisiológico à conduta de beira-leito — além de artigos que respondem dúvidas reais de plantão e um assistente de IA em construção. Mais em Sobre a be·aside.
O be·aside substitui o UpToDate, diretrizes ou o protocolo da minha instituição?
Não. O be·aside é curadoria sobre fontes primárias (UpToDate, FCCS e diretrizes atuais), estruturada para consulta rápida à beira do leito. Não é fonte primária de evidência e não substitui o julgamento médico individualizado nem os protocolos da sua instituição — que prevalecem sempre que existirem.
Para quem é?
Plantonistas, residentes, clínicos, intensivistas e emergencistas. A linguagem é médica e profissional, pressupondo formação clínica — é escrito para quem decide à beira do leito.
Conteúdo e confiabilidade
Quem escreve e revisa o conteúdo?
Dr. Cesar A. Seidler Jr. e Dr. João H. Peres, médicos e cofundadores, com revisão cruzada. Credenciais em Quem somos; processo completo na Metodologia editorial.
O conteúdo tem referências?
Sim — as recomendações citam a fonte (UpToDate, FCCS, diretriz específica com ano) próxima ao conteúdo. Quando há controvérsia ou prática variável entre serviços, isso é declarado em vez de apresentado como consenso.
Encontrei um erro ou quero sugerir um tema. Como faço?
Escreva para cesar.junior@unochapeco.edu.br indicando a página e o trecho. Erros clínicos relevantes têm prioridade de correção; sugestões alimentam a fila de novos conteúdos.
Assistente de IA
Como funciona o assistente?
A Be-IA (em construção) usa o conteúdo validado do próprio be·aside como base de conhecimento para discutir casos: ajuste de VM, interpretação hemodinâmica, padrões de choque, doses e condutas. É apoio ao raciocínio — aponta limitações quando faltam dados e não substitui a decisão do médico responsável.
A IA pode errar? Posso confiar nas doses?
Pode errar, como qualquer ferramenta. Toda dose, diluição ou conduta — da IA ou de qualquer fonte — deve ser conferida em fonte primária e no protocolo local antes da prescrição. Detalhes em Segurança e uso da IA e no Aviso Médico.