Legal
Política de Privacidade
Como a be·aside trata dados pessoais, em conformidade com a LGPD — no site e na Be-IA (Parte I) e na plataforma Care, que trata dados de saúde (Parte II).
Em vigor desde 29/08/2026 · revisada em 16/10/2026 (versão 2.2) · unifica as políticas do site (jul/2026) e do Hub UTI (ago/2026)
Esta Política explica, em linguagem direta, como a be·aside trata dados pessoais, em conformidade com a Lei nº 13.709/2018 (LGPD). Ela cobre duas realidades distintas: o site e a Be-IA (Parte I), onde não devem circular dados de pacientes; e a plataforma be·aside Care (Parte II), que trata dados de saúde sob contrato com a instituição controladora.
Parte I — Site, Guides e Be-IA
1. Quais dados coletamos
- Dados de conta: nome, e-mail e CRM/UF, ao criar conta ou fazer login. O CRM identifica você como médico no seu cadastro.
- Conteúdo enviado ao assistente: o texto das perguntas e descrições de casos que você digita — somente quando a Be-IA estiver ativa; hoje ela está desativada e nada é enviado.
- Preferências locais: tema e, de quem usou a Be-IA, os casos salvos do assistente, e a sua escolha sobre cookies — ficam no seu navegador (localStorage), não em nossos servidores, e podem ser baixados ou apagados em /consulte/.
- Dados técnicos: logs de acesso e de infraestrutura (IP, data/hora, página), automaticamente, pela hospedagem.
Dados de pacientes: o site não deve receber dados que identifiquem pacientes. Descreva casos no assistente sempre de forma anonimizada — idade, quadro, parâmetros; sem nome, iniciais, prontuário, fotos ou identificadores. Você, como profissional, é responsável por essa anonimização.
2. Para que usamos
Operar a plataforma (autenticação, sessão, respostas do assistente), melhorar o produto (temas mais buscados) e segurança (prevenção de abuso). Bases legais típicas (art. 7º da LGPD): execução de contrato, legítimo interesse com minimização, e consentimento quando aplicável. Não vendemos dados pessoais nem os usamos para publicidade de terceiros.
3. Com quem compartilhamos (operadores)
Serviços que processam dados em nosso nome, apenas para as finalidades acima: Vercel (hospedagem — logs técnicos), Supabase (banco de dados dos Hubs), Clerk (autenticação — nome, e-mail, credenciais), Google Analytics (métricas de navegação do site — só carrega depois do seu aceite na faixa de cookies; mudar minha escolha), Cloudflare (DNS e encaminhamento dos e-mails recebidos no domínio), Resend (envio dos avisos da conta por e-mail — e-mail e nome do hub liberado) e Anthropic (assistente de IA — desativado desde 23/09/2026; quando ativo, processa o texto que você envia à Be-IA para gerar a resposta). Esses provedores podem processar dados fora do Brasil (art. 33 da LGPD), sob as salvaguardas contratuais de cada um. Fora isso, só compartilhamos dados se exigido por lei ou ordem de autoridade competente.
4. Por quanto tempo guardamos
Dados de conta: enquanto a conta existir. Logs técnicos: pelo período padrão dos provedores. Casos salvos do assistente: ficam no seu navegador e podem ser baixados ou apagados por você a qualquer momento em /consulte/.
Parte II — Plataforma be·aside Care
5. Papéis (controladora e operadora)
A Organização de saúde (hospital ou serviço) é a controladora dos dados de seus pacientes: decide as finalidades e os meios do tratamento. A be·aside é a operadora: trata os dados em nome da controladora, nos limites do contrato de tratamento de dados (DPA) firmado entre as partes.
6. Dados tratados e bases legais
- Dados de pacientes (sensíveis — saúde): identificação (nome, registro, data de nascimento) e dados clínicos (evolução, exames, dispositivos, medicações, culturas). Base legal: tutela da saúde, por profissionais ou serviços de saúde (art. 11, II, "a"/"f" da LGPD).
- Dados de profissionais: nome, e-mail, CRM/UF — para autenticação, autoria, segurança e para o pedido e a liberação de acesso aos Hubs (art. 7º, II e IX da LGPD). No pedido de acesso, guardamos só a identificação da conta, o hub pedido e as datas; quem libera vê o seu nome e e-mail no momento da análise e, quando o acesso é liberado, avisamos por e-mail.
7. Finalidades
Organizar o cuidado à beira do leito, apoiar cálculos e escores clínicos, e produzir indicadores de gestão do serviço. Os dados não são usados para publicidade nem vendidos.
8. Medidas de segurança
- Isolamento e minimização da identificação do paciente: ela fica restrita ao cofre operacional e separada da camada de análise. A cifra em repouso do nome e da data de nascimento, com chave mantida fora do banco de dados, está em implantação.
- Isolamento por organização imposto pelo banco: uma Organização não acessa dados de outra.
- Controle de acesso com autenticação forte e bloqueio de sessão por inatividade.
- Trilha de auditoria de quem registrou o quê e quando: na UTI, a trilha de eventos clínicos é append-only (não se apaga); no Hub CM, o registro guarda autoria e permite correção.
- IA fora do dado sensível: Os Hubs não enviam dados de pacientes a serviços de IA. A camada de apoio à decisão, em construção, foi desenhada para ler apenas dados sem identificação.
- Dados de pacientes hospedados no Brasil. Para a tela não ficar vazia numa falha de rede, uma cópia temporária do plantão fica no navegador do profissional: ela é apagada ao sair da conta ou após 12 horas sem uso (quando não há nada pendente de envio), e a tela é protegida após 30 minutos sem atividade.
Detalhamento em Segurança & LGPD.
9. Dados anonimizados
Os indicadores de gestão (faixa etária, sexo, evolução, desfechos) são exibidos sem identificação do paciente; a camada anonimizada separada está em implantação; até lá, os dados por trás dos indicadores são tratados como dados pessoais.
10. Compartilhamento e suboperadores
O tratamento pode envolver suboperadores estritamente necessários à prestação do serviço (infraestrutura de nuvem, autenticação e envio de e-mails de aviso), submetidos a obrigações de segurança e confidencialidade equivalentes. Não há venda ou cessão de dados a terceiros para finalidades próprias.
11. Retenção e eliminação
Os dados identificados da internação continuam guardados depois da alta, para a continuidade do cuidado; o prazo de guarda é definido no contrato com cada Organização controladora, observadas as normas de guarda de prontuário aplicáveis a ela. Encerrada a relação, os dados são devolvidos ou eliminados conforme instrução da controladora. Pedidos de vaga e entradas de lista de pacientes que não chegaram a ser internados são apagados automaticamente 14 dias depois. Pedidos de acesso aos Hubs são apagados 7 dias depois de liberados ou recusados. As trilhas de auditoria (quem registrou o quê e quando) não são editáveis pela aplicação e seguem o mesmo prazo de guarda. Os indicadores da série histórica só serão mantidos após esse prazo depois de anonimizados de forma que não permita reidentificar o paciente; até lá, seguem o mesmo prazo de guarda. No Hub CM, a internação é encerrada na alta e o registro segue o mesmo prazo de guarda descrito acima.
Parte III — Seus direitos e contato
12. Direitos do titular
Confirmação de tratamento, acesso, correção, anonimização, eliminação, portabilidade e informação sobre compartilhamentos (art. 18 da LGPD). No site, exerça-os diretamente conosco. Na plataforma Care, o pedido do paciente é dirigido à Organização controladora — e a be·aside, como operadora, dá o suporte necessário.
13. Encarregado (DPO) e contato
Dúvidas, solicitações e comunicações sobre dados pessoais: Contato & Encarregado.
14. Alterações
Esta Política pode ser atualizada; mudanças relevantes serão comunicadas. A versão vigente estará sempre nesta página.
Mais informações
Detalhes técnicos e de segurança da plataforma não são publicados: são apresentados às instituições em conversa reservada, com compromisso de confidencialidade quando aplicável. Para exercer seus direitos como titular, tirar dúvidas sobre esta Política ou saber mais, fale conosco pela página de contato.