O método be·aside
O be·aside organiza duas coisas ao mesmo tempo: como o produto se divide e como o pensamento clínico avança. As duas hierarquias não se misturam — uma orienta a navegação, a outra orienta o raciocínio dentro de cada página.
Raciocine
O núcleo educacional: os guias por domínio — ventilação, hemodinâmica, neurocrítico, procedimentos, perioperatório, antimicrobianos — ensinam a compreender o mecanismo, organizar os dados e construir o caminho até a decisão.
Consulte
A camada de execução rápida: doses, tabelas, calculadoras, escores, PK/PD e checklists — uma fonte de verdade, múltiplos pontos de acesso.
Resolva (Be-IA)
A aplicação ao paciente real, com o assistente em construção: ajuda a organizar o caso e aplicar o método — não substitui o julgamento clínico e sempre mostra as fontes.
O raciocínio: do reconhecimento à reavaliação
Dentro de cada conteúdo, o pensamento percorre seis etapas — Reconhecer (qual é o problema e o que indica gravidade), Interpretar (quais dados importam e quais enganam), Integrar (fisiologia + contexto + dados em fenótipos e diferenciais), Decidir (a conduta que decorre do raciocínio e suas exceções), Executar (dose, diluição, vazão, ajuste, meta, checklist) e Reavaliar (funcionou? quando repetir? o que indica falha ou escalonamento).
Fontes que priorizamos
O conteúdo é construído a partir de fontes de referência amplamente aceitas na prática de UTI e emergência — hoje, principalmente UpToDate e FCCS, além de diretrizes atuais das sociedades. As recomendações citam a fonte próxima ao conteúdo; quando há controvérsia ou prática variável entre serviços, isso é declarado em vez de apresentado como consenso.
Revisão e uso de IA
Todo conteúdo passa por revisão cruzada entre os autores antes de ir ao ar (Quem somos). Usamos inteligência artificial no processo de produção — e isso é sempre divulgado: a IA organiza e estrutura; a validação clínica é dos autores. Encontrou algo desatualizado? cesar.junior@unochapeco.edu.br.