be·aside · Para o médico

Segurança e uso dos assistentes de IA

O que os assistentes fazem, o que não fazem e como os dados de um caso são tratados — em um só lugar.

O que fazem — e o que não fazem

Fazem

Estruturam um caso clínico em conversa contínua; apontam hipóteses e mecanismos prováveis; identificam o que ainda falta para fechar o raciocínio; relacionam o cenário aos guias e referências do be·aside.

Não fazem

Não emitem prescrição nem decisão definitiva de conduta; não substituem o protocolo institucional do seu serviço; não devem ser a única base para uma decisão clínica de alto risco.

Quando faltam dados relevantes do caso, a resposta esperada é apontar a limitação — não preencher a lacuna com suposição apresentada como certeza.

Dados do caso e privacidade

Não insira nome, número de prontuário, data de nascimento ou qualquer identificador do paciente. Descreva o caso pelos dados clínicos relevantes — parâmetros, exames, evolução — nunca pela identidade da pessoa. Você, como profissional, é responsável por essa anonimização.

O texto que você envia ao assistente é processado pelo provedor de IA (Anthropic) para gerar a resposta, como descrito na Política de Privacidade; os casos salvos ficam no seu navegador (armazenamento local) e podem ser apagados por você a qualquer momento.

Limitações

Respostas geradas por IA podem conter erros, imprecisões ou omissões — inclusive de forma confiante. Isso é especialmente relevante em medicina crítica, onde uma resposta aparentemente razoável pode estar sutilmente errada. Trate toda resposta como ponto de partida para checar contra os guias do be·aside e a sua experiência clínica — nunca como conduta pronta. A decisão final é sempre do médico assistente. Ver também o Aviso Médico.